Das ovelhas negras. Os fora-de-cena. As flores da parede. Os bizarros. Os solitários. Os rejeitados. Os párias. Os forasteiros. Os excêntricos. Os quebrados. Os perdidos e esquecidos.
ce tá negando ser p r e c i s a e c o n s tan te com seus AFFetos com trecos e (((ecos))) con ti NUA NĀO essa repetição CHATA de >>nada<< não transforma só MUTA silen SHHHHH!! cia sua L U T A bora O C U ( (PAR) ) para ver o tweet original: clique aqui
Foto: Chrystal Méndez Daqui te observo passar. Tão lentamente observo teus gestos agitados, olhos afiados pra nenhum movimento perder. Transeunte, passageiro da vida, termina tua caminhada e não venha me olhar torto. Teu andar me diz muito. Tua língua me diz pouco. Tua alma oca que fique quieta, que aprenda e ouça o vento assobiar, as folhas da árvore no chão tocar. As buzinas que ecoam nas ruas, nas esquinas, que adentram as casas e cortinas, penetram o coração de concreto deste ser, objeto e bagunçam mais ainda essa tua jornada sem graça, sem emoção. Diga sim à confusão.
No toque do ato ato primeiro. As cortinas se abrem, lá está ela nua leve assim meio solta as luzes iniciam suas aparições rodopiando feito sua língua na boca minha um estouro! a melodia inacabada explode em lás e dós las duas, dos nós. hora de fechar, acabar por fim. acabar o começo do fim.
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